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Look do dia: Vestidos de festa plus size

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Eu, Babi e Simone

Por Renata Poskus Vaz

Olá. No último sábado aconteceu o Miss Plus Size São Paulo, organizado pela Impacto Produções, que coroou a linda Denise Gimenez.

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Meu pai, Denise Gimenez e eu

Veja os looks que usamos:

Meu look

Este vestido tem quase 3 anos, comprei para o casamento de uma prima. Já mostrei ele aqui no Blog Mulherão (para lembrar, veja aqui). Não queria gastar em uma roupa nova para esta ocasião, então dei uma revirada no armário e encontrei esse vestido. Porém, como engordei um bocado de lá para cá, não estava confortável com as alças finas. Então, dei um truque com a echarpe transformando-o em um frente única. Fui uma das juradas do concurso.

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Look da Simone Fiúza

A Simone que escreve aqui no Blog Mulherão foi apresentadora do concurso. Ela escolheu um vestido nude, com decote em V, baphônico e bordado. A loja em que ela adquiriu esse modelo chama Allure Moda Festa.  

simone fiuza

Look da Babi Monteiro

babi monteiro

 

Babi Monteiro, Miss Brasil Plus Size 2012, foi uma das juradas do concurso de beleza. Este modelo lindo que ela está usando é da Illuminata Sposa, lá de Brasília.

Depois faço uma matéria especial com a Miss Plus Size São Paulo, Denise Gimenez, ok? Beijão!

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Quer ganhar um par de convites para a etapa estadual do Miss Brasil Plus Size?

Por Renata Poskus Vaz

Olá, mulherões! No sábado teremos um mega evento plus size. A coroação da próxima Miss Plus Size São Paulo. Vamos premiar uma de nossas leitoras com um par de ingressos (pode levar maridão ou a amiga, ou a mãe, ou quem você quiser!).

Para concorrer é muito simples!  Escreva nos comentários o porquê deseja conferir de pertinho o concurso Miss Brasil Plus Size. Não esqueça de usar seu nome e sobrenome reais. Use a criatividade.

Serão avaliadas as respostas dadas até amanhã, 27 de fevereiro, às 23h.

miss brasil plus size

 

RESULTADO: ELIANE MARIA DA SILVA E ACOMPANHANTE

Comparecer com 1 hora de antecedência e apresentar RG na recepção do evento.

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Vislumbre by Renata Poskus à venda para lojistas plus size de todo o Brasil

Por Renata Poskus Vaz

Ontem eu falei aqui no Blog Mulherão sobre a coleção de lingeries da Vislumbre apresentada no Fashion Weekend Plus Size. Hoje, vim dizer com toda satisfação, que a coleção Celebration Vislumbre by Renata Poskus, será vendida ainda alguns meses.

Ah, antes que azamiga façam fofocas, o prazo de venda da coleção foi estendido devido ao sucesso de vendas. A marcao ptou, com minha autorização, em estender o prazo de vendas. Como não amar?

As consumidoras podem encontrar as pecas nas melhores lojas de lingerie plus size do Brasil. E lojistas podem encontar em contato diretamente com a fábrica para comprar no atacado (54) 3443-5752.

Vejam fotos do catálogo:

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Mulherões mostram as curvas no FWPS com lingeries da Vislumbre

Por Renata Poskus Vaz

Ahhh, minha parte predileta do Fashion Weekend Plus Size é a do desfile de lingerie. A plateia vibra, as modelos entram poderosas na passarela exibindo suas curvas em lingeries provocantes e sensuais, não há como não gostar deste show de autoestima.

Nesta edição Inverno 2013, a Vislumbre trouxe peças com o glamour da dupla clássica branca e preta. As modelos entraram ao som de Lady Marmalade, do filme Moulin Rouge. Vislumbre é a marca de lingeries para a qual eu assinei uma linha só minha (relembre, veja aqui, a coleção ainda está a venda).

O que gosto da Vislumbre é que ela tem fio dentais bem sensuais, mas que não machucam e não se perdem em nosso bumbum gordo. rsrsrs … E que não deixam a pepeca aparecer, na frente. rsrsrsr…

Vejam que lindos os modelos:

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www.vislumbre.ind.br

 

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Ramo Selvagem estreia no FWPS com coleção para mulher plus size urbana

Por Renata Poskus Vaz

Não conhecia ainda a Ramo Selvagem, embora ela já tenha 12 anos e seja revendida em mais de 700 lojas do País. Talvez não tenha me chamado atenção antes por usar modelos mais magras em seu catálogo, já que comercializa a linha tradicional, não apenas a curvy. Mas a entrada dela no Fashion Weekend Plus Size mostra que a marca está cada vez mais empenhada em estreitar os laços com seu público consumidor plus size.

Após o Fashion Weekend Plus Size fui jantar com amigas blogueiras e todas as que trabalham e precisam estar impecáveis da hora em que acordam até o retorno para a casa, amaram a coleção da Ramo Selvagem. A coleção é justamente para a mulher urbana contemporânea, aquela que trabalha fora, é independente, refinada e moderna. Por isso que ela traz peças de alfaiataria clássicas, mas em versões modernas e com estampas alinhadas às tendências da estação.

Veja os looks apresentados no Fashion Weekend Plus Size

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www.ramoselvagem.com.br

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Marisa mostra coleção jovem e moderna no Fashion Weekend Plus Size

Por Renata Poskus Vaz

Continuando os desfiles do Fashion Weekend Plus Size, hoje queria falar da Marisa, que abriu a edição Inverno 2015 com muito pink, estampas modernas e roupas para jovenzinhas e para as balzacas fashions como eu. Fiquei muito feliz, porque sou Marisete há muitos anos. No entanto, tenho que confessar que me recusava a comprar a linha plus size (que sempre existiu, mas de forma tímida). Eu comprava o número GG das coleções de jovenzinhas magras. hahaha É que gosto de cores, estampas e a coleção plus size era mais sóbria.

Outras vantagens da Marisa que me faziam uma Marisete:

* Linha de lingerie plus size nota 10

A linha de lingerie da Marisa, há alguns anos, era bem mais sortida do que a coleção de roupas. Não eram lingeries basiquinhas não! Eu sempre encontrei calcinhas fio dental, com muita renda, babadinhos, lacinhos, em tamanhos bem generosos, chegando ao 54 que veste um 56, sabe?

* Sapatos e bolsas BBB, bons, bonitos e baratérrimos

Quando entro na Marisa, com R$200 consigo sair com um vestidinho, uma bolsa e um sapato novo. Os acessórios e calcados são muito baratos e de qualidade. Com isso, na loja mesmo você consegue montar seu look completo.

* Ninguém fica te enchendo o saco para levar o que não quer

Sabe aquelas vendedoras chatas que ficam te empurrando roupas que nitidamente não caíram bem em você? Na Marisa não tem. Você pode até pedir ajuda às atendentes que ficam espalhadas pela loja, mas o sistema é self-service, como toda loja de departamento. Embora o provador seja pequeno e isso cause um certo incomodo nas gordinhas na hora de provar, o preço camarada das roupas vale à pena.

Agora vamos às novidades de Inverno da Marisa?

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www.marisa.com.br

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Nossa, não fala assim! Você não é gorda!

Por Renata Poskus Vaz

Sei que não deveria ser uma pessoa rancorosa e teria que deixar para trás o tempo de humilhações que sofri durante toda a minha infância e adolescência no ballet, mas não consigo esquecer. Não me sai da cabeça as incontáveis vezes que fui chamada de gorda, como uma ofensa, com a conivência da professora.

Uma vez, eu estava no palco dançando quando um bailarino virou-se de costas para a platéia e estendeu o braço para me apoiar em um passo. Ele não ia me pegar no colo, apenas me daria apoio, sendo que eu sustentava meu peso sobre minha própria perna em um recurso do ballet chamado balance. Só eu via seu rosto naquele momento, quando ele me disse em pleno palco: “irmão, é preciso coragem!”.  Essa frase era de uma música da novela Irmãos Coragem (não sei se é da época de vocês rsrsrs). Ele queria fazer piada com o fato de ter que ser forte e valente o suficiente para “segurar” uma gorda. Essa mesma musiquinha ele cantarolava em todos os ensaios anterior à essa apresentação. Mesmo mostrando meu descontentamento para ele e minha professora, nada era feito. Quando ele me cantou essa música no palco, em plena apresentação, tive vontade de chorar. Mantive meu sorriso pois à minha frente havia uma platéia com centenas de pessoas que nada entenderiam se eu saísse de lá correndo, como minha vontade. Ninguém me defendeu na época. Senti-me humilhada, impotente e sozinha. Meu único consolo foi a justiça divina que fez dele, hoje, um homem 3 vezes mais gordo do que eu.

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Mas não parava por aí. Recebi no Ballet o apelido de Jô, em referência à Joselina da Silva, a mulher que na década de 90 era a mais gorda do Brasil. Você deve estar se perguntando quantas centenas de quilos eu pesava, não é mesmo? Pois bem, nesta época, entre meus 15 e 17 anos, variava entre 57 e 60 Kg. Sendo que já media 1,72m.

Lembro que uma vez, toda contente, fui contar para a professora de ballet que havia feito uma dieta e perdido 2 Kg. Ela, então, disse: “nossa, perdeu onde? não dá para perceber”. Até que, em uma ocasião em que viajávamos para outro estado, me pesei em uma balança da rodoviária que emite um ticket com o peso e entreguei para ela. Pensava ouvir um parabéns e escutei: “não parece que você emagreceu”.

E isso não acontecia só no Ballet. Vira e mexe algum tio vinha me lembrar do quanto eu era bonita, mas que se eu emagrecesse uns 10 Kg ficaria muito mais. Ou as “amigas” do prédio que sempre me lembravam do quanto eu estava gorda.

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Eu ficava muito triste e queria provar a todo custo que eu não era gorda. Mas parecia que quanto mais eu me magoava, mais as pessoas me chamavam assim. Eu era a Renata Gorda. Como consequência, desisti da dança e fiz loucuras para emagrecer depois, sempre sem sucesso e até com efeito contrário. Engordei dezenas de quilos e levei mais de 10 anos para me aceitar com todas as curvas e quilos extras.

Finalmente, a palavra gorda perdeu o peso negativo. Acho que foi após um pé na bunda de um namorado que não me curtia muito, e muito cansaço dessa história toda de usar um manequim 38. Eu jamais conseguiria usar um manequim 38 porque sou enorme. Ficava magra, cadavérica, chata, com saúde debilitada e ainda assim usando, no máximo, um manequim 40, 42.

O primeiro passo para minha transformação foi assumir: sou gorda, foda-se, ninguém tem nada com isso. Fui repetindo esse mantra para mim mesma até que me senti confiante para colocá-lo publicamente em práticaE ao invés de esperar que os outros viessem me chamar de gorda, eu me antecipava e me autointitulava. Então, foi que o inacreditável aconteceu. A cada vez que dizia que era gorda, mesmo que de forma positiva, como uma simples característica e nenhum demérito, ouvia: “nossa, não fala assim! Você não é gorda.”.

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Dia desses, por exemplo, fui à uma loja de departamento. Chegando lá, perguntei ao atendente: “moço, você sabe onde ficam as araras para gordas?“. Ele me olhou indignado e disse: “Aiiiiii, moça, não fala assim!”. Eu logo saquei o preconceito dele enrustido, e disse: “Não fala assim como? Vocês não vendem roupa para gorda?”. E ele: “O nome é plus size. Essa palavra que você disse é ofensiva”. E eu: “Eu sou gorda e não há nada de ofensivo em ser gorda. Você deveria rever seus conceitos.”

Enfim, isso sempre acontece. Na paquera então é mais comum. Acho que na ânsia deme agradar, alguns rapazes dizem: “você não é gorda, é gostosa”. Aí respondo: “Sou gorda e gostosa”. 

Há aqueles ainda que dizem:  “você não é gorda, é grande”,  “você não é gorda, tem ossos largos” e mais um monte de bla bla bla. Parece que é só para ser do contra, sabe? rsrsrs

Na família, depois que me assumi uma gorda feliz e bem-resolvida, ninguém mais me chamou de gorda. Parece que perdeu a graça.

Percebo que quando nos assumimos e lidamos de forma positiva com a palavra “gorda”, contribuímos para que seu efeito negativo e pejorativo seja desconstruído. A melhor prova disso recebi no ano passado. Ao perguntar para minha irmãzinha Luiza de 4 anos o que ela queria ser quando crescesse ela disse: gordinha. Na cabecinha dela, gordinha não é uma pessoa obesa. O que ela enxerga em mim e nas amigas que trabalham comigo são mulheres bem-resolvidas, bonitas, charmosas, divertidas e bem vestidas. Mulheres com quem ela, mesmo tão magra, um dia gostaria de parecer.

Quer coisa mais fofa? <3 <3 <3

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Dia de Modelo Plus Size em São Paulo – 14 de março

Por Renata Poskus Vaz

dia de modelo plus size

 

Dia 14 de março faremos a primeira edição do Dia de Modelo Plus Size de 2015. Qualquer mulherão pode participar. É uma oportunidade que temos para fazer amizade e um book plus size, com produção completa. Eu e Simone Fiuza estaremos lá, o tempo todo com vocês.

Para se inscrever, envie e-mail com seu nome completo e telefone para blogmulheraosp@hotmail.com

O Dia de Modelo Plus Size não é uma promoção.  Participa quem paga, o custo é de R$400 por participante, pagos em até 4 vezes no cartão de crédito ou com 10% de desconto à vista.

Participe!

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A gorda da Ellen Rocche se atreveu a pular carnaval

Carnaval

 

ellen roche gordinha

Por Renata Poskus Vaz

Ontem pela manhã, ao ligar a TV no Hoje em Dia da Rede Record, vi uma roda de fofoca com a participação dos apresentadores Ana Hickmann, Cesar Filho e Renata Alves, coordenada por um tal de Felipe (desculpa, mas não quis gastar meus dedinhos procurando o sobrenome deste infeliz), que se diz jornalista de celebridades.

Felipe chamava na tela fotos de celebridades que foram destaque no carnaval. Por mais maravilhosa que fosse a citada, ele sempre dava um jeitinho de reclamar do bumbum malhado de menos, ou do abdome malhado de mais… Até que chegou o momento de falar da atriz Ellen Rocche. Segundo Felipe, ela não deveria ter sido musa, já que musas do Carnaval sabem que estarão em exposição e que devem cuidar do corpo, ao contrário dela, que é gorda. 

Achei tão patético! Primeiro, porque o Hoje em Dia é um programa voltado para a dona de casa, mulherões da vida real. E ao dizer que aquela atriz maravilhosa é gorda e por causa disso não deveria ser uma musa, é como se sentenciasse a clausura vitalícia de todas as donas de casa que o assistem. É cruel! Em segundo, porque o carnaval é uma festa popular. E o povo tem todas as formas, desde corpos magros, passando pelos corpos sarados, até os rechonchudos e todos, sem exceção, merecem se divertir.

Ao G1, ela disse: “Estou muito feliz com meu corpo. Prefiro ser feliz do que ser magra“. Ao UOL, ela contou: “A mídia vende um padrão estético, mas somos humanos. O mais importante é estar saudável”.

É isso aí, Ellen. Estamos com você!

update:

1 – Aqui não é lugar para barraco, somos phynas e divas, porém o jornalista citado nesta matéria, Felipeh Campos, disse que eu era antiética por não mencionar seu nome na matéria. Então lá vai, ele se apresenta como Felipeh  Campos e vocês devem conhecê-lo por suas participações no passado no programa Qual é a Música, do SBT, em que ele dublava canções ao lado da própria Ellen Rocche, com seu rosto pintado e um inesquecível cabelo liso tigelinha loiro. Ele também é ex-participante do reality show A Fazenda, em que ofendeu duas participantes, Pepê e Neném, comparando-as à motoboys (não que motoboys não mereçam nosso apreço, mas ninguém quer ser intitulado do que não é). Atualmente ele atua como jornalista de celebridades.

2 – O título deste artigo não foi proferido pelo Felipeh Campos. O título é uma ironia à forma com que ele se referiu à Ellen no programa. Porém, reafirmo, ele disse sim ironicamente que ela fala de ter engordado para uma personagem, mas que faz anos que a novela em questão já acabou e que ela continua gorda. 

3 – Peço que não coloquem nos comentários do Blog Mulherão ofensas à sexualidade do jornalista para rebater o preconceito que ele pratica. 

 

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20 respostas para aqueles que te mandam emagrecer

Por Renata Poskus Vaz

Gordinha

 Ilustração: Edull

 

Outro dia, estava no bar com um gatinho (gatinho só por fora, diga-se de passagem) quando ele me perguntou se eu não queria emagrecer.

Não – respondi.

Mas você não acha que vai se sentir mais bonita? – perguntou o inconveniente.

Não, eu era feia quando era magra. Me sinto mais bonita assim. – afirmei, contando até 10.

Mas se perder uns quilinhos não acha que vai ficar mais saudável? – insistiu.

Não. Eu já sou saudável, faço exames anualmente e minha saúde é nota 10. – falei, já de saco cheio

Mas… – disse, me interrompendo.

Mas nada, eu não quero emagrecer! – gritei.

 

Na verdade, vira e mexe faço dietas. Mas essas dietas sempre partem de mim, de forma saudável, e por orientação de meus médicos e não de um estranho em uma mesa de bar (ele provavelmente queria me namorar, mas estava com vergonha de assumir a gorda para os amigos). Por isso, logo disse ao galã que não queria emagrecer. Não por cogitar um dia emagrecer alguns ou muitos quilos, mas essa é uma decisão individual, apenas minha e não devia satisfações para ele. Assim como também não devo satisfações dos porquês de querer me manter gorda.

Não saio por aí sugerindo que as pessoas cortem o cabelo, ou parem de fumar, ou que parem de beber, ou comer mais cenoura quando são brancas demais. Todos somos adultos e essas decisões são particulares!

Infelizmente, essas invasões e indiscrições acontecem muito. Quem é gordo sabe que vira e mexe vai ser surpreendido por alguém tentando sugerir alguma dieta. A desculpa é sempre a de que falam pelo nosso bem, como se não fossemos donos de nossas vidas e como se não tivéssemos espelho em casa.

Quem te ama não vai ficar te chamando de gordo ou te mandando fazer dietas sabendo que isso vai te incomodar e te magoar. E um estranho que seja cortês e tenha caráter não vai ser tão deselegante assim com alguém cuja história ele não conhece.

Sempre fui tolerância zero e nunca levei desaforo para casa. Na verdade, acho que não somos obrigados a responder esse tipo de pergunta. Podemos simplesmente calar a boca, virar as costas e ir embora. Mas, queria sugerir uma brincadeira, algumas respostas (meio malcriadinhas hihihihi) possíveis para os inconvenientes que dizem: Você não acha que está gorda e que precisa emagrecer?

  • RESPOSTA 1 – Não.
  • RESPOSTA 2 - Não quero.
  • RESPOSTA 3 - Não, idiota.
  • RESPOSTA 4 - Tô gorda sim, mas isso não é da sua conta.
  • RESPOSTA 5 - Preciso emagrecer, mas não quero.
  • RESPOSTA 6 - Tô gata e saudável assim.
  • RESPOSTA 7 - E você não acha que precisa tomar conta da sua vida?
  • RESPOSTA 8 – Achoque preciso emagrecer sim. Mas é que fiz uma promessa de só emagrecer no dia em que você ficar bonito. Ou seja, nunca.
  • RESPOSTA 9 - Não. Quero entrar para o Guiness Book como a gorda mais gata do mundo.
  • RESPOSTA 10 - Não se preocupe, querido. Em 5 meses de dieta atinjo o meu peso ideal. Já você, coitado, não há dieta no mundo que te faça deixar de ser inconveniente.
  • RESPOSTA 11 - Não vou emagrecer para te agradar, meu bem.
  • RESPOSTA 12 - Você foi contratado pelo Vigilantes do Peso?
  • RESPOSTA 13 - Não adianta insistir, não vou comprar seu Herbalife.
  • RESPOSTA 14 - Já te sugerir fazer uma plástica? Não, né? Então não venha me sugerir emagrecer.
  • RESPOSTA 15 - O corpo é meu, a vida é minha.
  • RESPOSTA 16 - Onde você fez curso para ser desagradável?
  • RESPOSTA 17 - Filho, se olha no espelho!
  • RESPOSTA 18 - Nossa, jura? Não percebi que sou gorda.
  • RESPOSTA 19 - Vou tomar uma atitude e vou emagrecer. E quando você vai tomar no seu %$#&?
  • RESPOSTA 20 - Não, para ficar magro e infeliz como você? Pois gente feliz de verdade não se incomoda com a vida alheia.

 E você, o que fala quando te mandam emagrecer?

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O dia em que perdi meu seio!

Por Simone Fiúza

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Demorei muito para compartilhar essa experiência com vocês. Não tinha coragem, sentia vergonha e nos últimos meses tenho visto uma série de ofensas à Andressa Urach. Sim, aquela mesma que colocou hidrogel nas coxas, teve uma infecção e quase morreu. Vi muitos comentários apontando o dedo para ela, criticando, ninguém parou para pensar no sofrimento que ela estava passando. Ignoraram a dor que ela sentia.

A cirurgia plástica pode ser encarada como vaidade, mas muita das vezes é uma ferramenta pra recuperar a autoestima de uma pessoa. A baixa autoestima é um problema muitas vezes negligenciado, que traz diversos riscos sociais e psicológicos. Sendo assim, um procedimento cirúrgico que visa trazer de volta a autoestima de uma pessoa, por mais que seja estético, é completamente válido.

Eu entendo perfeitamente o que ela passou e sei que muitas pessoas a abandonaram. Eu também vivi isso, estava obcecada pela beleza, fazia bronzeamento artificial, clareamento nos dentes, drenagens, tratamentos estéticos, 3 horas na academia… Passava horas me cuidando e contraí uma infecção no seio esquerdo e quase morri. Vou contar como foi.

Há alguns anos realizei 3 cirurgias plásticas conjuntas: lipoescultura, maxtopexia (levantamento do seio e inserção de prótese de 395 ml de silicone) e rinoplastia. A cirurgia até então foi um sucesso, mas infelizmente tive algumas complicações posteriores decorrentes de uma infecção hospitalar. Como uma cirurgiã me explicou, a cirurgia é como atravessar uma rua, tomamos os devidos cuidados, olhamos para um lado, olhamos para o outro e enfim atravessamos, só que nesse intermédio pode vir algo e te ferir. E ela tem razão!

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Meu corpo pós cirurgias

Não fui a paciente mais exemplar na recuperação, me movimentei muito e um ponto do meu seio se rompeu e apartir dali surgiu a infecção. Aquilo se expandiu e em menos de 48 horas o que era um pontinho se tornou 7 cm de pele corroída pela bactéria. Era nojento e assutador! Fui internada e tratada com 4 antibióticos diferentes para combater a infecção. Sim, eu corri risco de morte. O meu médico da época até sugeriu ao meu marido que pedissemos a DEUS a cura, porque ele não tinha mais o que fazer. Foram 9 dias internada e em nenhum momento eu achei que fosse dar errado, sou muito otimista e sabia que seria curada.

A infecção sanou e era hora de retirar a pele morta. Fui para o centro cirúrgico na esperança de que a bactéria e a pele morta seriam removidas e meu seio voltaria lindo e incrível. Porém, não foi isso que aconteceu.

Estava ainda no hospital quando acordei, levantei a camisola, e vi que meu seio e minha aureola não estavam mais ali. Fiquei com um seio de criança, reto e o outro lindo, redondo e perfeito. Chorei, esperneei, xinguei e apaguei. Depois fiquei sabendo que tive uma espécie de apagão de memória, fiquei tão em choque que xinguei o mundo, saí andando pelo hospital (isso meu marido me conta, porque não lembro de absolutamente nada).

No dia após perder o meu seio, a ficha tinha que cair! Não sabia por onde começar, o que fazer, fiquei por mais 5 dias internada e com a promessa que em breve colocaria novamente meu silicone, faria uma tatuagem no lugar onde seria a auréola e tudo voltaria ao normal. Na minha cabeça esse processo demoraria 1 mês no máximo, mas não! Durou 11 meses, sim eu fiquei sem meu seio esquerdo por quase um ano.

Meu marido Michel Gutto fez uma canção no quarto do hospital, porque passamos esses nove dias, eu, ele e DEUS e muito me emociona (Por favor, ouçam!! Só dar o play!)

“Na vida nem tudo é tão fácil, não tenho um mar de rosas ao meu redor

de noite eu choro e peço, pra que Deus te livre do pior

E nessa oração eu falo pra Deus, tirar a tristeza que existe em mim

E o meu coração conforta dizendo, Filho querido não temas estou aqui

De braços abertos, pra te ajudar

Foi eu quem permitiu tudo isso, logo vai passar

Continue firme, que a vitória virá

Acredite e creia no meu nome, que nunca falhará…”

No primeiro mês fiquei na casa do meu marido (no momento era namorado), porque não poderia movimentar os braços e isso inspirava muitos cuidados. Um mês que não passava, não conseguia me olhar no espelho, não conseguia trabalhar, não me via mais como mulher, a vaidade se foi, o bom humor também e a tristeza tomou conta de mim. Neste momento percebi o quanto o seio era importante para uma mulher, não só fisicamente, mas fazia parte da sua essência, da alma feminina.

Coloquei-me no lugar das mulheres que são assombradas pelo câncer de mama e elas não tiveram escolhas, teriam que passar, sobreviver e agradecer a Deus pela vitória de conseguirem se curarem da doença, mesmo sem o seio. Neste momento veio um start na minha cabeça que, ou aceitava a situação e passava por cima dela com a cabeça erguida, ou passaria meses e meses em uma cama depressiva, esperando a solução do meu problema. Escolhi a primeira opção!

Não vou dizer que foi fácil, mas foi necessário, sofri, chorei, mas aprendi muito, principalmente dar valor a pequenas coisas e momentos. Tive que encarar meus medos e “deixar de lado a vaidade”.  Tive que voltar a trabalhar, afinal o meu sustendo vem principalmente da moda plus size, consegui uma prótese de silicone de 400 ml e a colocava dentro do sutiã para dar volume e não perceberem a ausência do meu seio. Não conseguia me despir na frente de ninguém, em trabalhos, prova de roupas onde normalmente as modelos se trocam na frente de produtoras, estilistas e outras modelos (sim, isso é normal! E pedir para se trocar escondido, em outro lugar não pega bem!) eu me virava para parede e tentava esconder de todo jeito, aquela prótese de silicone, que fingia ser um seio.

Encontrei pessoas desagradáveis que me perguntavam o porque da diferença de tamanho, porque não tinha um colo no seio esquerdo, até uma pessoa sem educação que puxou para ver o que tinha de errado, morri de vergonha e tristeza e a pessoa de constrangimento.

Passando 11 meses, o cirurgião analisou e achou que agora seria o momento ideal para recolocarmos a prótese e tentar reconstruir a mama, fui internada em uma segunda feira e não acreditava que teria novamente meu seio, realizei a cirurgia, foi inserida a prótese é uma leve reconstrução da auréola foi feita, foi tirada pele da auréola direita e colocada na auréola esquerda. A cirurgia foi um sucesso, deu tudo certo, me recuperei bem e finalmente tinha o meu seio de volta.

simone fiuza e michel

Eu e meu parceiro de vida Michel Gutto

No momento que acordei da cirurgia só de ver que os dois estávamos lá, meu coração acalmou, a essência feminina chegou ao mesmo tempo, sim eu me sentia mulher de verdade. E todo esse processo me fez crer muito mais em Deus, minha fé aumentou muito, mas realmente dar valor a tudo à sua volta e não julgar a dor da outra pessoa, você não percorreu o caminho que ela percorreu, pois muitos me julgaram, achavam que era frescura, mas no fundo poucas pessoas se aproximaram para estender a mão e ouvir o que eu estava passando. Sim, perdi amigos nessa época, mas reconheci os verdadeiros e tive a certeza que o meu namorado Michel Gutto até então, era meu parceiro de vida, ele sim segurou a barra ao meu lado, sem me deixar desistir da vida!

E esse texto não é para desistirem de mudar o corpo, não é para acharem que a cirurgia plástica é um bicho de 7 cabeças, não, não é!  Sim, tem riscos como qualquer cirurgia e eu fui premiada.

Se eu me arrependo? De forma alguma, faria novamente! Fiquei com um corpo incrível e acredito que tudo o que passei, eu tinha que passar, Deus tinha um propósito, foi para dar valor a pequenas coisas, deixar de lado a vaidade que me consumia diariamente, hoje continuo vaidosa, mas não perco o sono por isso. Eu terei que fazer em breve correções no seio e vou adicionar uma abdomenplastia, a gravidez me deixou bem flácida e vai dar tudo certo, só que dessa vez vou tomar muito mais cuidado!!

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Meu corpo pós cirurgia

A cirurgia plástica não é algo banal, mas muda a vida das pessoas, devolve a autoestima é incrível. Faça, se informe, procure um médico, procure seu histórico, recomendações de outros pacientes, pesquise o hospital, se sinta segura e ai sim estará pronta pra mudar seu corpo.

Julguem menos, estendam mais a mão! Mais amor e, por favor e sem militância neste post, hein?!

Bjokas e se amem!

Me sigam no Insta @simonefiuza

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Burleske em couro: veja como foi o desfile da Korukru no último Fashion Weekend Plus Size

Por Renata Poskus Vaz

Korukru é uma grife de acessórios em couro assinados por Lu Oliva e que participa desde a segunda edição do Fashion Weekend Plus Size. Está no DNA do evento!

A Korukru não atua apenas no mercado plus size.  Faz cintos para grandes marcas, como Gloria Coelho, Lucy in the Sky etc… Para se ter uma ideia, a Korukru apoiou o desfile de Gloria Coelho no São Paulo Fashion Week (sim, aquele das magrinhas!!!) , porque fornece acessórios para os looks elaborados pela marca.

No Fashion Weekend Plus Size o desfile da Korukru é bem conceitual. Ela não propõe looks comerciais que devem ser tirados da passarela e usados na íntegra, do mesmo jeitinho. É apenas uma inspiração. Afinal, desfilar cintos de couro que usamos no dia a dia seria um porre! Mas, olha, eu que organizo o FWPS já vi cada papelão e mal entendido em torno disso! Em uma edição, por exemplo, a Korukru levou à passarela modelos com maxicintos de caveiras etc, bem exagerados. Obviamente que ela não pretendia vender aqueles mesmo modelos, desejava apenas mostrar que naquela coleção venderia cintos maiores e com caveiras, não necessariamente aqueles modelos, naquela mesma proporção. Porém, havia gente na platéia que não soube entender a essência dos desfiles da Korukru. Hoje, parece que as desentendidas captaram que o que está lá é um show de tendencias, não um show do que realmente estará nos cabideiros. Isso é muito legal, porque nos permite sonhar!

Lu Oliva conquistou o público plus size com a sua Korukru. Na penúltima edição ela apresentou um desfile inspirado nas doces, delicadas e ingenuas princesas da Disney. Já nesta última edição, a inspiração foi o  Burleske com modelos dançando sensualmente. E Lu também dançou e arrasou!

Já estou curiosa para saber o que a Korukru reserva para o Verão 2016.

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Vestidos de festa plus size de Arthur Caliman brilham no Fashion Weekend Plus Size

Por Renata Poskus Vaz

Arthur Caliman (43)

Arthur Caliman não é um estilista exclusivamente plus size. Ele faz trajes de festa para mulheres de todos os manequins e eu acho isso o máximo! Sua maison, situada na Av. Santo Amaro, 537, em São Paulo, tem um piso só para mulheres curvilíneas, com provadores espaçosos, ar condicionado, bebidinhas geladas e atendimento vip.

Ah, é claro que você não vai esperar tudo isso, mais modelagem que valoriza o seu corpo, modelos exclusivos, tecidos de primeira linha e muitos bordados por um preço de Brás, não é mesmo? Porém, não tenha medo de visitar a loja e pechinchar. Você encontra modelos de coleções passadas por preços atraentes. Além disso, lá ninguém te olha torto se você só for para experimentar. E, olha, pode experimentar muitos modelos, viu?

No último Fashion Weekend Plus Size Arthur Caliman desfilou alguns modelos de inverno 2015 para plus size.  É a sua segunda participação e os destaques ficam por conta do modelo estampado abaixo e os modelos vermelhos, com fenda e com capa que fecharam o desfile.

Confira:

Arthur Caliman (2)

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Qual o seu predileto?

www.arthurcaliman.com.br

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Sou gorda e não namoro gordos

gorda e magro

Por Renata Poskus Vaz

Outro dia, aqui no Blog Mulherão, comentei que minha loja plus size dos sonhos teria gogoboys sarados me servindo drink. Era para ser uma piada, mas foi o suficiente para exaltar os ânimos da Militância Ultra-secreta e Radical Gorda. Recebi recados anônimos me atacando, dizendo que sou preconceituosa por ser gorda e me sentir atraída por homens sarados.

Na época ignorei e até achei engraçado esse povo querendo ditar para quem devo entregar minha alma, coração e este meu corpinho lindo gorducho. A verdade é que não adianta me atacarem, não sinto tesão por homens gordos. E sabe por quê? Porque não sou obrigada.

Tesão é algo íntimo, que não se programa. E só cheguei à conclusão que não me sinto atraída por homens gordos, porque nunca namorei com um. Já tive namorados magros, namorados atletas, namorados sarados e namorados gordos que, ao começarem namorar comigo eram magros e engordaram me acompanhando em minhas comilanças desenfreadas.

Da mesma forma, nunca achei que qualquer homem fosse obrigado a se sentir atraído por mim. Não ser preconceituoso não quer dizer que o homem tenha que sentir tesão por qualquer mulher que apareça pela frente. Aliás, acho isso um machismo sem tamanho. Dizer que homem que é homem gosta é de pepeca, é cruel. Homem que é homem respeita todas as mulheres e se sente atraído sexualmente por quem ele bem entender.

E eu, como mulher, sou assim também. Gosto de quem eu quiser. E às vezes, confesso, não é nem de quem quero, mas de quem meu coração me condiciona a amar e desejar. Da mesma forma, tenho amigas gordinhas que só gostam de homens gordos. Outras só de homens negros. E há aquelas que gostam de homens baixinhos, outras dos altões, outras dos branquelos… E essa é a graça da vida, uma mistura linda de gente e de sentimentos genuínos. Cada um gostando de quem bem entender e muitos corações e corpos diferentes se encontrando.

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