25 de julho de 2012 07:53 comportamento

Navegador

Por Eduardo Soares

Fiz bem em guardar alguns textos feitos ao longo dos anos. “Navegador” foi criado quatorze anos atrás, depois de uma briga (a primeira por sinal) com a primeira namorada. E o Edu, no auge dos 19 anos, já demonstrava ser um sonhador à moda antiga. Não procure entender a história, tente sentir a preocupação de um pós-adolescente em manter o relacionamento com uma mocinha cinco anos mais velha. Para complemento de informação, o namoro durou três anos.

Ler um pensamento escrito em 1998 traz boas e más recordações. Algumas virtudes permanecem comigo até hoje. Outras, se foram com o passar do tempo. E nem sei se voltarão. Mudamos, aprendemos, crescemos. Procuramos evoluir seja através do amor ou dor. E assim a vida segue.

“Não direi que te amo/Quando estiver à procura de aventuras no Reino de pierrots & suas colombinas (seríamos fantoches movidos a crise)/Não direi que te quero/Somente para tê-la provocante/Nua na cama/Com perfume de audácia (máscara perigosa do desejo camuflado)/Porém, nunca direi que te odeio/Pois fui navegador/ E no espaço cósmico/Achei uma estrela do mar/Que me deram por pena do fracasso (regalia irônica de um amor decepcionante).

Vamos fazer uma sinfonia

Vamos ter uma filha chamada Anjo

Leia meus lábios e anote meu pedido/“Com amor, o nosso amor, até a tempestade (amiga de outrora), naufraga em si em todos os meus sonhos”/Tua alma adormece no meu coração/Impera na Terra do Pensamento/E acima de tudo, transforma meu ser/Projetando restos quaisquer de medo para o limbo.

Indícios de términos não entram na atual realidade/E para navegar num amanhã singular/Precisamos insistir no futuro/Que habita em nossos próprios corações. (1998)”

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