03/09/2009 Comportamento

Quando o atleta quer a gordinha… E vice-versa!

Por Renata Poskus Vaz

Renata Poskus 3Dizem que os opostos se atraem. E basta olhar nas ruas para perceber quantos casais diferentes circulam por aí, na maior harmonia, mesmo sendo tão diferentes um do outro. São loiraças com negros, baixinhos com altonas, tímidas com extrovertidos, maduras com jovenzinhos… E gordinhas com atletas!

Ah, sim. As gordinhas e sua capacidade sem limites de atrair um atleta. Eles são charmosos, viris e atrativos. Correm, nadam, lutam, saltam, pedalam… Existem muitas gordinhas ativas, mas, convenhamos, além de nossas caminhadinhas básicas para bombear o sangue para nossos doces coraçõeszinhos, não fazemos nada de excepcional no universo do esporte. Não somos ratinhas de academia.

Mesmo assim, alguns sarados gostam de nós. Alguns amigos me confidenciam que não há nada mais gostoso do que dormir abraçadinho com uma menina fofinha. É que o encontro de ossos, tábuas e gomos superatrofiados abdominais nem sempre garante prazeres inenarráveis. Já uma banhinha aqui, outra lá, naquele amortecimento fofo, aconchegante e excitante, é um convite para horas e mais horas de amor e sacanagem.

Eu, aqui, do alto dos meus 74 Kg e 20 e muitos anos, encontro-me apaixonada por um atleta. Não bebe, não fuma e, infelizmente, come tofu e abomina picanha… Tirando esta pequena divergência de paladar, acho um luxo me relacionar com um atleta.

Às vezes, dá uma baita vergonha vê-lo passando a mão nas minhas gordurinhas abdominais. Eu penso: “puxa, passa a mão nas costas, na perna, na bunda… mas na barriga?”. Depois a indignação passa! E, oras, se ele gosta de mim tem que aceitar o pacote completo: minha inteligência, minha falta de modéstia, meu humor sarcástico, meus lindos cabelos loiros, meus seios fartos, minha barriguinha saliente e meus 368 furinhos de celulite, muito bem cultivados  pelos quase trinta anos de muita coca-cola e chocolate com castanhas.

Se um namoro nessas circunstâncias pode dar certo? Sim! Desde que ele não exija que eu faça 40 minutos de esteira todos os dias, que puxe ferro feito uma halterofilista. Passear de mãos dadas ou de bicicleta num parque são ótimas pedidas.

O que não dá é sentir que o cara se sente bem com a gordinha entre quatro paredes, mas não tem coragem de sair com ela na rua. Na praia, se ela resolver a encarar um biquíni minúsculo e de total direito para uma gordinha bem-resolvida, ele some. Fica longe, não vai com ela junto ao mar… Isso não! Atleta que se preze e que goste verdadeiramente de sua gordinha, jamais sentirá vergonha dela. Apenas orgulho. Muito orgulho de ter ao lado um mulherão!

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